Homenagem a Beth Espeschit

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Nascimento: 12/01/1958
Falecimento: 19/09/2011

Elizabeth Borela Espeschit era engenheira arquiteta e foi admitida, em julho de 1989, no SAAE – Serviço de Água e Esgoto de Manhuaçu. Entre 1989 e 1993 foi responsável pela seção de expansão. De 1994 a 2000, foi diretora adjunta e, entre 2005 a 2011, engenheira da autarquia.
No seu trabalho no SAAE participou das seguintes obras:
• Duplicação da adutora do Ribeirão Manhuaçuzinho, com 7.000 metros de extensão;
• Implantação do sistema de água dos distritos de São Pedro do Avaí e Dom Correa;
• Construção dos reservatórios de 1.000.000 litros de água, no Bairro Boa Esperança (Campo de Avião), e de 600.000 litros, no Bairro Santa Luzia;
• Perfuração de poços artesianos em Vilanova, Vila Formosa e São Sebastião do Sacramento;
• Execução da campanha “Dê um banho de saúde em sua caixa d’água”, quando foram realizadas visitas em creches, associações, rodoviária, escolas públicas, etc. O trabalho envolveu o levantamento das condições sanitárias das caixas d’água e a conscientização dos representantes das entidades.
Beth, como era carinhosamente conhecida, foi secretária de Obras e Planejamento Urbano de Manhuaçu, entre 2001 a 2004, no governo do Prefeito Mário Assad.
A missa de sétimo será no domingo (25), as 19:30h na Igreja Matriz de São Lourenço.
Aos amigos e parentes ficam a saudade e as lembranças de uma personalidade de fibra, que enfrentava os preconceitos e provou, desde cedo, sua capacidade e humanidade.

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Dr. Fábio Araújo de Sá – Médico formado pela UFJF – CREMEMG: 28610 Diretor da Clínica Médica São Lourenço Membro Efetivo da Academia Manhuaçuense de Letras – Cadeira º 35 Cargos já exercidos: - Diretor de Patrimônio da APAC (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados). - Diretor Executivo da Tv Catuaí – Canal 11 – Manhuaçu – MG - Secretário de Sáude de Manhuaçu - Chefe do Pronto-Socorro de Manhuaçu

7 COMENTÁRIOS

  1. Emocionada, agradeço a manifestação de carinho . Beth realmente lutou contra preconceitos e percebia a vida sob uma ótica simples,austera. Generosa e compreensiva foi cercada de amigos fiéis e carinhosos que puderam conhecer suas atitude conciliadora e de pura compaixão diante das desavensas e sofrimento alheios.
    Conforta-nos constatar que tenha convivido com seres humanos tão especiais como vocês. Muito obrigada. Tenho certeza que meus pais também terão um alento com a publicação de vocês

  2. Conheci Beth ainda criança e assisti nela o desenvolvimento de um ser maravilhoso fruto de uma educação exemplar e ornada por muito amor, trabaho e honestidade. Defensora ferrenha do meio ambiente e da natureza amava os animais, as flores, sua família e sua terra natal, Manhuaçú, a quem dedicou anos de sua vida cuidando da qualidade da água servida aos manhuaçuenses. Obrigado meu Deus pelos anos que nos permitiu conviver com Beth. Severino Tristão

  3. Há pouco tempo atrás, fiquei sabendo através do Tio Milton, da doença da Beth. Não conversei com ninguém mais sobre o assunto e agora, quando recebo o seu e-mail intitulado “Homenagem a Beth Espeshit”, abri o link imediatamente. A tela abriu-se mostrando uma fotografia onde a Beth aparece estampando o seu característico sorriso franco e aberto. Li o texto e fui recordando-me de há trinta anos atrás, quando eu e a Beth dividíamos o mesmo andar na Diretoria Regional de Minas Gerais da antiga Fundação Sesp, onde estagiávamos.

    Nesta época, eu e a Beth convivemos diáriamente durante mais de dois anos e tínhamos longas conversas. Beth era uma estudante de arquitetura, avessa às soluções prontas e valorizava muito a criatividade. Tinha um caráter impecável e um senso de responsabilidade social enorme, características que eu admiro também em seu pai, Dr. Jorge Espeshit e admirava também em nossos colegas – posso dizer assim- Dr. Olvavo, Dr. Fernando Sperling, Dr. Ben Hur, Dr. Fábio Lenzoni e outros tantos que formavam aquele grupo ímpar da Fundação Sesp. Aliás, a convivência com a Beth, com o Dr. Jorge e com estas outras pessoas foi muito importante na minha formação tanto profissional como pessoal.

    Ao ler o texto “Homenagem a Beth Espeshit”, pude notar que aqueles ideais que a Beth tinha quando estudante, foram postos em prática em sua vida profissional. Eu a Beth, depois de nossa formatura, somente nos encontramos poucas vezes e sempre em comemorações familiares. Mas tenho certeza de que ela tinha um grande apreço por mim e eu por ela. Apesar de ter sabido anteriormente da doença, confesso que fiquei muito abalado com a notícia da morte da Beth.

    Beth deve ter deixado uma grande quantidade de amigos e admiradores, grupo no qual eu me incluo. Devemos tentar manter em nossa memória a Beth risonha da fotografia publicada no site “manhuagito”. Devemos manter a Beth da “…personalidade de fibra, que enfrentava os preconceitos e provou desde cedo, sua capacidade e humanidade.”, conforme escreveu com justiça o Fábio Araújo.

    Aos parentes, principalmente pais, irmãos, cunhados e sobrinhos, o consolo certamente é mais difícil! Mas, acreditar que a arquiteta loira, risonha, amiga e franca possa estar projetando, planejando e realizando alguma coisa em uma dimensão superior e que certamente vai ajudar a alguém – e este era o ideal da Beth – pode trazer algum alento à grande dor que a morte da Beth causou!

    Luiz Carlos Rocha Macedo – Juiz de Fora – MG luizcarlos@girsantacruz.com.br

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